Vamos falar do Bacucu?
Farofa de bacucu: sabor do litoral, história no prato
No litoral do Paraná, entre manguezais, bancos de areia e águas calmas, existe um ingrediente pouco conhecido fora das comunidades costeiras, mas cheio de significado: o bacucu. Presente há gerações na alimentação caiçara, principalmente de Guaratuba e Guaraqueçaba, esse molusco carrega não só sabor, mas também história, cultura e uma relação direta com o modo de vida de quem vive do mar.
Mais do que uma receita, a farofa de bacucu é um retrato da cozinha simples, afetiva e profundamente conectada ao território.
O que é o bacucu?
O bacucu é um molusco de concha dupla, parente dos mexilhões, que vive principalmente em regiões de mangue e áreas onde a água do mar se mistura com a água doce. Ele cresce preso ao fundo e se alimenta filtrando a água - um processo natural que ajuda a manter o equilíbrio do ambiente onde vive.
Por estar tão ligado aos manguezais, o bacucu sempre fez parte da rotina das comunidades tradicionais do litoral. Sua coleta, geralmente artesanal, segue o ritmo das marés e o conhecimento passado de geração em geração.
Em algumas regiões do Brasil, ele também pode ser chamado de sururu, um nome popular usado para moluscos semelhantes.
Um ingrediente simples, cheio de identidade
O sabor do bacucu é suave, levemente marinho, e combina muito bem com preparos quentes e bem temperados. Por isso, ele aparece em caldos, refogados e, de forma muito especial, na farofa - um prato que aproveita o que o mar oferece e transforma poucos ingredientes em algo reconfortante.
A farofa de bacucu costuma ser preparada em momentos de partilha: almoços em família, encontros depois da pesca ou refeições simples, mas cheias de sentido. É comida que alimenta e conta histórias.
Mais do que uma receita
Falar de farofa de bacucu é também falar de respeito ao tempo da natureza, de pesca artesanal e de escolhas conscientes. Ao conhecer ingredientes como esse, ampliamos nosso repertório culinário e valorizamos espécies locais que fazem parte da nossa cultura alimentar.
A farofa de bacucu na prática
Se você quer conhecer esse preparo de perto, a pescadora Gisele ensina o passo a passo em um vídeo que traduz bem a simplicidade e o cuidado dessa receita tradicional:
Confira a receita da farofa de bacucu
Conhecer o ingrediente é o primeiro passo.
Cozinhar com ele é dar continuidade a uma história que começa no litoral e chega até a mesa.
Dicas práticas para consumidores: como preparar pescados artesanais em casa com sabor e sustentabilidade
Consumir pescado artesanal e sustentável pode e deve ser também prático e delicioso. Ao optar por pescados de origem rastreada e de comunidades pesqueiras responsáveis, o consumidor assume um papel ativo na promoção de uma cadeia de pesca mais justa e ecológica. Mais do que um alimento, o pescado sustentável é uma postura de consumo consciente.
Para aproveitar esse peixe em casa com sabor e simplicidade, vale investir em preparos básicos: grelhados, assados ou caldos com cortes menos nobres. Aproveitar partes normalmente descartadas como espinhas, cabeças ou aparas — para caldos, farofas, caldeiradas, ou composições saudáveis, ajuda a reduzir o desperdício e valoriza o pescado por completo.
Para quem busca inspiração, a Olha o Peixe disponibiliza um e-book gratuito com receitas que facilitam o preparo do pescado no dia a dia:
Além disso, conservar o pescado corretamente — com refrigeração adequada, uso rápido e armazenamento cuidadoso preserva a qualidade e garante segurança. Assim, unir tradição, sabor e responsabilidade ambiental se torna parte do dia a dia.
Oferecer essas orientações no blog aproxima o público da missão da empresa: tornar o pescado artesanal uma opção real na rotina familiar, além de reforçar valores de sustentabilidade, economia circular e respeito às comunidades de origem.
Quer conhecer de perto como esse compromisso se traduz em prática? A Olha o Peixe trabalha com pescado artesanal rastreado, respeitando o tempo da pesca, a origem de cada espécie e as pessoas envolvidas em toda a cadeia. Convidamos você a conhecer nossos produtos e entender como a transparência e a qualidade fazem parte de cada entrega.
Fontes: práticas de pesca artesanal e sua relevância socioeconômica; conceito de consumo sustentável como meio de conservação e valorização da pesca artesanal.
https://www.trendsce.com.br/2025/04/09/setor-da-pesca-tem-que-se-alinhar-aos-5ps-da-sustentabilidade/
Pesca artesanal e rastreabilidade: por que isso importa no Brasil de hoje
A pesca artesanal continua sendo fundamental para o Brasil, alimentando comunidades e garantindo renda para milhares de pessoas. Segundo dados oficiais, cerca de 1 milhão de pescadores artesanais estão registrados no país, responsabilidade importante por parte expressiva do pescado consumido no mercado nacional.
A rastreabilidade — ou seja, a garantia de origem, método de captura e transparência da cadeia — emerge como elemento chave. Sistemas modernos de rastreabilidade ajudam a proteger o consumidor e a natureza: eles reduzem riscos de pesca ilegal e sobrepesca, garantem a segurança alimentar e dão credibilidade à origem do pescado.
Para uma empresa comprometida com pesca artesanal e sustentabilidade, oferecer pescado rastreado representa mais do que vender um produto: é afirmar um compromisso ético, social e ambiental. É valorização da tradição pesqueira, apoio a comunidades e cuidado com a biodiversidade — elementos cada vez mais demandados por consumidores conscientes.
Consumir pescado com rastreabilidade não é apenas uma escolha individual, mas um ato que incentiva boas práticas no mercado, promove justiça social e contribui para a conservação dos ecossistemas marinhos e costeiros.
Fontes: dados sobre pesca artesanal no Brasil; importância da rastreabilidade para sustentabilidade e segurança alimentar.
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4 inovações da Olha o Peixe para a pesca artesanal e a sustentabilidade marinha

Comprar da Olha o Peixe não é só adquirir um pescado que chegará em sua casa, direto do litoral do Paraná. É fazer parte da uma onda de transformação socioambiental que conecta, de forma positiva, inovação e sustentabilidade.
Na FAO (Organização das Ações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), que lidera ações ao redor do mundo para combater a fome e a pobreza, há um lema fundamental para os tempos atuais em nossos mares:
“Pescar melhor, e não mais”.
Isso porque hoje, cerca de 35% do que é pescado no mundo é desperdiçado. E essa falta de aproveitamento de pescados não é só um prejuízo ambiental, como também financeiro. É fonte de receita para a pesca não sendo aproveitada. Mas esse desperdício pode chegar a zero, e a Olha o Peixe tem como um dos grandes focos há 7 anos, estudando bons exemplos pelo mundo e aprendendo com diversos parceiros que atuam na pesca artesanal brasileira.
É importante ressaltar que, muitas vezes, o que é desperdiçado pela pesca artesanal é por ainda não ser de conhecimento dos pescadores os possíveis usos daquele pescado ou parte dele, bem como a enorme maioria das comunidades pesqueiras não possui a infraestrutura necessária para um melhor aproveitamento. Ao mesmo tempo, diversas espécies são deixadas de vender por não ser de conhecimento do cliente as possíveis receitas e preparos, resultando em baixo valor comercial e demanda de mercado.
Em 2020, atuei como consultor do escritório da América Latina e Caribe da já citada FAO, em um projeto que tinha, entre um dos objetivos, mapear e apresentar boas práticas de aproveitamento de pescado ao redor do mundo, e a lista de utilidades das partes de pescado é imensa! Há uso de algas para culinária, couro de peixe para artesanato, vísceras para alimentação de animais em zoológicos, espinhas de peixe para agricultura e até água-viva empanada na gastronomia oriental.
Conhecendo essas diversas possibilidades, ao fundar a Olha o Peixe, quis tentar colocar em prática essa lógica de “pescar melhor”, reduzindo desperdício de pescados, popularizando espécies pouco tradicionais no mercado (mas com incrível qualidade e sabor), e agregando valor aos produtos e profissão de quem vive da pesca artesanal.
O que a Olha o Peixe faz hoje, para mudar esse cenário de desperdício de pescados
1 – Aproveitamento da “misturinha”: há pescarias que ainda, inevitavelmente, acabam capturando espécies chamadas de “fauna acompanhante”, ou seja, que não eram o alvo da pescaria mas acabam sendo pescadas junto com a espécie-alvo. Na pesca de camarão, por exemplo, que possui uma malha de rede menor, algumas espécies de menor tamanho acabam sendo pescadas com os camarões, como as manjubas, sardinhas, clarianas, pescadinhas. Sabendo que acabam sendo descartadas no mar já sem vida, já tivemos 2 frentes de atuação para melhor destino: conectar o pescador de camarão ao pescador de siri (que as usa para isca nas armadilhas de siri), fazendo o transporte desses pescados para aos mesmos, e vendendo esses pequenos peixes à Universidade Federal do Paraná (UFPR), para alimentação de animais em reabilitação tratadas na unidade de Pontal do Sul. Em ambas as situações, com melhor destinação e geração de renda para o que até então era desperdiçado, buscamos não só um melhor aproveitamento como um valor financeiro complementar aos pescadores, para que cada vez mais precisem ir menos horas e dias ao mar para obterem a renda mensal que precisam. Assim, pescadores parceiros como o Michael, o Juca e o Misael, de Ipanema, nos ajudam a fornecer pescado não somente para clientes humanos, como também para pequenos pinguins, gaivotas e outros animais que chegam debilitados em nosso litoral. Já são mais de 500 kg de peixes que seriam jogados fora e acabaram gerando renda, dessa forma, aos pescadores.

2 – Popularização de espécies antes descartadas: entendemos que as dezenas de espécies de pescado do litoral do Paraná ainda pouco consumidas, e muitas vezes dispensadas no mar, possuíam baixa demanda não por terem sabor ruim, mas por não serem conhecidas do público em geral, ou seus melhores temperos e receitas não serem tão conhecidos. Por isso, começamos a envolver chefs de cozinha e clientes parceiros para testes com pescados menos populares, como a clariana, o peixe espada, o bacucu, a prejereba e o atunzinho. Este último é o principal exemplo: muitas vezes seus cardumes eram vistos pelos pescadores no mar, mas era escolhido não capturá-lo por a venda não compensar o alto gasto de manutenção na rede (o atunzinho, ou bonito, é um animal forte e faz grandes rasgos nas redes). Outras vezes, eles eram capturados acompanhando cardumes de cavala e eram devolvidos no mar ou doados na praia, por não ter venda a atravessadores. Sendo assim, no começo da atuação da Olha o Peixe, foram realizados testes da espécie na culinária oriental (sashimi, sushi, etc) e a avaliação foi positiva, bem como de sua posta e filé assados na grelha ou forno por nossos consumidores finais. Dessa forma, hoje o atunzinho é um dos campeões de venda da empresa, e frequentemente comprado dos pescadores para a comercialização. Somente em 2025, foram 990,6 kg adquiridos pela Olha o Peixe, gerando mais de R$ 7.300 em renda para os pescadores, de uma espécie que antes não tinha aproveitamento e venda.

3 – Aproveitamento de partes do pescado para a comercialização: em média, para a produção de filés de peixe e limpeza de camarões, temos aproveitamento de 50%. Ou seja, para que se tenha 1 quilo de filé de peixe, são necessários 2 quilos de peixe inteiro. Muitas vezes, esses outros 50% dos peixes e camarões são descartados, por não haver aproveitamento. Esse descarte, não só gera uma perda de renda com esses riquíssimos insumos para a culinária, como frequentemente são responsáveis pelo mau cheiro em bancas e peixarias, além de poluição atmosférica quando queimados, visual quando descartados na beira da praia, contaminação do solo quando enterradas ou aumento dos gastos públicos quando destinados a aterro sanitário. Entendendo esse contexto socioambiental e sabendo que há diversos preparos com partes do pescado, por chefs de cozinha e comunidades pesqueiras, que eram jogadas fora por não ter grande venda ao consumidor final, passamos a construir uma operação de aproveitamento com as pescadoras que limpavam nossos pescados. Dessa forma, hoje vendemos cascas e cabeças de camarão (para preparo de caldo, pirão, farofa e manteiga de camarão, por ex) e cabeças e aparas de peixes (para caldos e pirões). Assim, quanto mais novos produtos conseguimos criar a partir de um melhor aproveitamento, menos desperdício e resíduos na pesca, mais produtos novos para o consumidor e melhor renda para as comunidades pesqueiras parceiras da Olha o Peixe.

4 – Projeto Pesca Artesanal Lixo Zero (saiba mais aqui): visando oportunizar uma estrutura para a pesca artesanal ter melhor aproveitamento do pescado e gerar novos produtos, se tornando mais sustentável, a Olha o Peixe recebeu apoio da Fundação Grupo Boticário para iniciar, em 2025, o projeto Pesca Artesanal Lixo Zero, o qual viabiliza uma estrutura com cozinha, biodigestor, máquina despolpadeira e estrutura para que seja aproveitado 100% do pescado (couro para artesanato, espécies menores e partes do pescado para culinária, espécies com muito espinho e espinhas de peixe para criação da carne desfiada de peixe, vísceras e outras partes transformadas em adubo e biogás que alimenta a cozinha). Atualmente, estamos em fase de preparação do terreno em Pontal do Sul, na cidade de Pontal do Paraná, e emissão de alvará para implantação desse projeto inovador, já desenhado pelos parceiros da MBP Peixe Limpo. Em 2026, com a estrutura pronta, não só queremos contribuir com a sustentabilidade das comunidades que fornecem pra Olha o Peixe, mas também receberemos lideranças da pesca de todo o Brasil interessadas em replicar o modelo e lógica de trabalho, com visitas guiadas em nosso novo espaço, além de vídeos e manuais escritos que apresentam o modelo, para que possa ser replicado em todo o país.

Com esse pilar de atuação desde 2018, a Olha o Peixe se consolida como um modelo inovador viável para a pesca artesanal brasileira, e já compartilha esse conhecimento e experiências por meio de consultorias e capacitações em 6 estados do Brasil, para mais de 40 cidades com atuação na pesca artesanal.
Além disso, na lógica de pescar melhor, e não mais, gera mais renda com o que já se pesca hoje, ao invés de estimular mais pescaria para aumentar os ganhos dos pescadores. Isso se faz com agregação de valor ao pescado, popularização de espécies locais e criação de práticas diferenciadas com os produtos, reduzindo desperdício. Se um pescador ganhar mais dinheiro pescando menos, é menor impacto ambiental e mais benefícios a ele: redução do esforço físico, mais tempo em casa com a família, mais tempo para se dedicar em reuniões que o representam, menos risco de vida em dias de mar agitado.
Quando você opta por um pescado da Olha o Peixe, você escolhe um produto que tem um rastro de menor impacto ambiental. Que pode chegar a zero, inclusive com seu apoio.
Compre da Olha o Peixe, clicando aqui, e seja parte dessa mudança!
Escrito por:
Sextou com Sabor e Saúde: A Inspiração da Merenda Escolar de Pontal do Paraná no Litoral!
Sextou com Sabor e Saúde: A Inspiração da Merenda Escolar de Pontal do Paraná no Litoral!
Hoje, 24 de Outubro, é sexta-feira, e o final de semana se aproxima, mas a gente aproveita para celebrar uma iniciativa que está mudando para melhor a rotina dos alunos de Pontal do Paraná: a merenda escolar!
Graças à parceria da Prefeitura Municipal com a empresa de impacto social Olha o Peixe, os mais de 4 mil alunos da rede municipal e dos CMEIs estão consumindo um pescado de altíssima qualidade, que vem diretamente da pesca artesanal do nosso próprio município.
Qualidade e Economia Local Andando Juntas
O projeto é muito mais que um item no cardápio; ele é um motor de desenvolvimento que garante um ciclo virtuoso em Pontal do Paraná:
- Nutrição de Primeira: Espécies ricas em nutrientes, como pescadinha, betara e peixe-porco, são fornecidas em filé puro, garantindo uma alimentação saudável, rica em ômega-3 – crucial para o desenvolvimento e aprendizado das crianças.
- Fortalecimento da Pesca Artesanal: A Prefeitura investe diretamente na compra desse pescado, injetando recursos e valorizando o trabalho das nossas famílias de pescadores. A Olha o Peixe garante um comércio justo, comprando o produto a um valor negociado com quem realmente pesca.
- Renda e Dignidade: O processo de filetagem e embalagem do pescado é realizado por membros da própria comunidade pesqueira, gerando mais empregos e garantindo que o valor desse trabalho permaneça em nosso município.
Um Modelo de Sucesso para o Litoral
O projeto foi celebrado na entrega dos primeiros lotes, com a participação do Prefeito Rudão Gimenes, que resumiu o ganho duplo para a cidade:
"Nossas crianças recebem peixes pescados em nosso litoral, com garantia de qualidade e procedência. Isso incentiva a pesca artesanal, movimenta o comércio local e leva mais saúde para a mesa dos alunos”, afirmou.
O modelo implementado em Pontal do Paraná, em colaboração com a Olha o Peixe, é um exemplo inspirador de como podemos unir saúde infantil, sustentabilidade e valorização da identidade local em um único programa.
#SextouSaudável #PontalDoParaná #OlhaOPeixe #MerendaEscolar #PescaArtesanal
Peixe paranaense a escolha preferida dos curitibanos
O peixe paranaense vem conquistando cada vez mais espaço na mesa dos curitibanos. Por conta da qualidade e proveniente da pesca artesanal, ele se destaca como uma opção nutritiva, sustentável e cheia de sabor. Dessa forma, além de apoiar a economia local, quem escolhe o peixe paranaense da Olha o Peixe garante uma alimentação sem conservantes e com praticidade no dia a dia.
Consumo de peixes cresce no Brasil
O consumo de pescado vem crescendo no Brasil, e cada vez mais consumidores estão buscando alternativas saudáveis, sustentáveis e de confiança. Dessa maneira, o peixe paranaense vem se destacando como uma das opções mais valorizadas, e não é por acaso.
Ocasionalmente, a Olha o Peixe vem se destacando como uma opções de pescados de qualidade, sustentáveis e diretamente da pesca artesanal.

1. Peixes paranaense sem conservantes
Diferente de muitos produtos industrializados, o peixe paranaense vendidos pela Olha o Peixe não leva aditivos químicos ou conservantes. Ele chega ao consumidor limpo e pronto para ser preparado, preservando todos os nutrientes essenciais, como proteínas magras e ômega-3. Essa pureza faz dele uma alternativa ideal para quem busca qualidade e saúde na alimentação.
2. Praticidade e sabor na sua mesa, com entregas de peixes
Com o Clube de Pescados e o serviço de compras avulsas, ficou ainda mais fácil incluir o peixe paranaense no cardápio mensal. Ele pode ser entregue diretamente na porta de casa, facilitando a rotina e garantindo refeições rápidas, saborosas e nutritivas.
3. Peixe paranaense da pesca artesanal e sustentável
Consumir peixe paranaense também significa fortalecer a pesca artesanal do litoral do Paraná. Já que essa prática tradicional respeita o meio ambiente, mantém o equilíbrio dos ecossistemas e gera renda para famílias de pescadores locais. Cada compra é um ato de apoio à cultura, à biodiversidade e à sustentabilidade.
4. Por que escolher o peixe paranaense?
- Mais qualidade, saudável e sem conservantes.
- Apoia os pescadores artesanais do Paraná.
- Contribui para uma alimentação equilibrada.
- Pode ser adquirido com praticidade, direto em Curitiba e região
O peixe paranaense não é apenas uma escolha de alimentação, mas um compromisso com a saúde, o meio ambiente e a valorização da cultura local.
Nesse sentido, experimente essa diferença você também: conheça nossa loja online ou faça parte do Clube Olha o Peixe e receba pescados de qualidade e selecionados direto na sua casa.
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Sobre a Olha o Peixe!
A Olha o Peixe é um empreendimento social que nasceu para fortalecer a pesca artesanal e levar pescados sustentáveis aos consumidores, garantindo rastreabilidade, qualidade e apoio às comunidades pesqueiras do Paraná. Portanto, o projeto conecta quem pesca e quem consome, promovendo um modelo de comércio justo e consciente.
Todos os produtos podem ser encontrados no site:
Compras avulsas: loja.olhaopeixe.com.br/todos
Clube de Pescados: loja.olhaopeixe.com.br/clube
Mais informações:
Instagram: @olhaopeixee
Restaurantes parceiros Olha o Peixe em Curitiba e Morretes
Os restaurantes parceiros Olha o Peixe vêm conquistando espaço em Curitiba e Morretes ao valorizar ingredientes regionais e pescados artesanais com rastreabilidade e sabor. Neste artigo, você vai conhecer quatro desses locais que transformam propósito em pratos cheios de identidade e qualidade.
Essa parceria garante que peixes da pesca artesanal cheguem a diferentes tipos de cozinha, do prato feito ao menu autoral, com rastreabilidade, menos intermediários e sabor preservado.
4 restaurantes parceiros Olha o Peixe
1. Marco Zero (Curitiba)

O bistrô Marco Zero é mais do que um restaurante: é um ponto de encontro entre arte, vida urbana e gastronomia. Com eventos, feirinhas e oficinas, ele prioriza ingredientes locais e sazonais, sendo a comida caiçara a estrela das quintas-feiras. Segundo o chef Rodrigo Maurer, "o pescado que mais se adaptou foi a cavala… se for falar de gosto pessoal do chef, seria o atunzinho, saboroso e com textura firme" conta Rodrigo Maurer, chef do Marco Zero.
Por outro lado, a escolha pelos produtos da Olha o Peixe veio pela confiança na procedência e no contato direto com a equipe. “Produtos de extrema qualidade, as curiosidades que tem na etiqueta do produto, a conexão com a equipe da Olha o Peixe, produtos locais.”
“Conheço a Olha o Peixe desde 2021, sempre achei sensacional a ideia do projeto de trabalhar com produtores locais e aqui no Marco Zero um dos nossos principais dilemas é conectar os produtores locais com os criativos urbanos! E vejo que a Olha o Peixe e o Marco Zero tem um propósito em conjunto que é acreditar no coletivo! Tornando um parceiro muito importante!”, complementa o chef do Marco Zero.
2. Ekôa Park

A gastronomia do Ekôa Park, em Morretes (PR), é mais do que sabor: é uma experiência que conecta quem está no prato com as origens do alimento, os territórios e as pessoas que tornam isso possível. E é por isso que a Cavala, um pescado de sabor marcante, se tornou a estrela do cardápio atual do restaurante, em uma criação assinada pelo Chef Rodrigo.
Segundo o chef, a cavala casa perfeitamente com os demais elementos do prato: “Atualmente a Cavala é a grande estrela do nosso cardápio! Muito pelo sabor marcante que ela tem e que casa muito bem com os demais itens do nosso prato, elementos que mostram as raizes caiçaras mas com um toque refinado!”.
A escolha de trabalhar com a Olha o Peixe veio naturalmente, conforme ele conta. “Pela iniciativa que vocês tiveram de priorizar as pequenas comunidades caiçaras e conectar cada pescador e sua família, essa inclusão aliada com a ótima qualidade dos produtos e do serviços prestados”.
De acordo com o chef Rodrigo, a escolha por ser um dos restaurantes parceiros Olha o Peixe está diretamente ligada ao propósito. “A ideia sempre foi prezar pela sustentabilidade na nossa gastronomia e aliar isso as nossas raizes, as tradições e riquezas do nosso litoral! Essa conexão com a mãe Terra e o mar fizeram sentido desde o primeiro momento que ficamos sabendo sobre o projeto da Olha o Peixe!”.
No Ekôa Park, a experiência de visita passa pela imersão em natureza, cultura e agora também pelos sabores que carregam o mar paranaense. Um exemplo claro de como a cadeia do pescado artesanal pode ser sustentável, valorizada e cheia de sabor.
Leia também: Peixe paranaense a escolha preferida dos curitibanos
3. Empório do Largo (Morretes)

Beirando o Rio Nhundiaquara, o Empório do Largo é um restaurante que une gastronomia e cultura no coração de Morretes. E entre os peixes favoritos está um velho conhecido da nossa costa: o filé de cavala.
“Temos dois pratos no cardápio que ficam incríveis com a cavala.” conta Maicon Magalhães. A escolha pelos produtos da Olha o Peixe veio pela confiança na procedência e qualidade. “Escolhemos trabalhar com a Olha o Peixe pela qualidade dos produtos. Os dois lados prezam por isso.”, conta Maicon Magalhães, da Equipe da Empório
4. Roast Beef & Cia (Curitiba)

Em um restaurantes por quilo localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, o sabor também importa. Mas o cuidado vai além.
“Compramos o camarão 7 barbas da Olha o Peixe. É mais saboroso, e o fato de ser natural e sem conservantes é o que mais me atrai”, compartilha Katia, a proprietária do espaço.
Você também quer seu estabelecimento sendo parceiro da pesca artesanal e recebendo os pescados da Olha o Peixe regularmente?
Nos mande uma mensagem!
O Paraná é o estado que menos consome pescado no Brasil. Vamos mudar isso?
De acordo com o Brasil em Mapas, cada paranaense consome, em média, menos de 1 kg de pescado por ano. Enquanto isso, no Amazonas, o consumo chega a 14 kg por pessoa. Esse consumo reduzido reflete desafios logísticos, culturais e até econômicos, que compartilhamos com mais detalhes em: Por que o peixe não sobe a serra paranaense?

Fonte: Brasil em Mapas
Queremos transformar o Paraná em referência no consumo de pescados sustentáveis. E isso começa com pequenas escolhas, como a sua. O modelo de negócio da Olha o Peixe, facilita o acessos de Curitiba e Região ao peixes e frutos do mar do litoral paranaense. Isso porque entregamos direto na sua porta pescados de qualidade, limpos e rastreados, com praticidade e propósito.
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Como você pode ser parte dessa saída do Paraná da última posição no ranking nacional
1. Peixe mais suaves

Imagem: Original - Olha o Peixe! (2025)
Iniciando a transição de consumo com pescados de sabor mais suave: os filés de pescada branca, pescadinha, betara, peixe porco, peixe espada, linguado, robalo e prejereba são de carne branca e muito suave, sendo uma ótima primeira experiência.
2. Peixes mais nutritivos

Imagem: Original - Olha o Peixe! (2025)
Dados: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos – TACO
Optando por pescados mais nutritivos que outras carnes: além de terem valor nutricional importante, trazendo consigo o Ômega 3, por exemplo, temos em nosso litoral espécies com menos gorduras e mais proteínas com outras carnes.
3. Peixes mais acessíveis

Imagem: Original - Olha o Peixe! (2025)
Escolhendo pescados de valor mais acessível: peixes como sardinha, clariana, peixe espada, salteira, xaréu, atunzinho e betara podem ser entregues em sua casa com frete grátis e menos de 65 reais no quilo. Em comparação com outras carnes, que estão na faixa de 30 a 50 reais (sem custo de entrega), e que muitas vezes vêm acompanhadas de pele, gordura, osso, que reduzem o aproveitamento do quilo, você pode ter um produto nutritivo, saudável, que gera benefícios sociambientais e que te traz a comodidade de receber em casa!
Decidindo consumir com propósito: na contramão da produção em larga escala, com uso de transgênicos, remédios, agrotóxicos e alto impacto ambiental, os pescados vindos da pesca artesanal são de pescarias de pequena escala, alta importância pras famílias produtoras e fundamental para a manutenção da tradição da cultura caiçara. E esses produtos chegam pra você com a Olha o Peixe, inclusive com sugestões de preparo e informação de qual pescador pescou, no rótulo.
Sobre a Olha o Peixe!
A Olha o Peixe nasceu para fortalecer a pesca artesanal e levar pescados sustentáveis aos consumidores, garantindo rastreabilidade, qualidade e apoio às comunidades pesqueiras do Paraná. O projeto conecta quem pesca e quem consome, promovendo um modelo de comércio justo e consciente.
Todos os produtos podem ser encontrados no site:
Compras avulsas: loja.olhaopeixe.com.br/todos
Clube de Pescados: loja.olhaopeixe.com.br/clube
Mais informações:
Instagram: @olhaopeixee
Por que o peixe não sobe a serra paranaense?
Aposto que você nunca viu peixes como Paru, Pescadinha, Betara ou Clariana, típicos do nosso litoral paranaense, disponíveis nos mercados locais. Essa ausência não é mera coincidência; diversos fatores contribuem para que esses pescados não "subam a serra" e cheguem às prateleiras dos supermercados em Curitiba e região.
Segundo o Brasil em Mapas, cada paranaense consome, em média, apenas 1kg de pescado por ano, enquanto no Amazonas esse número chega a 14kg por pessoa. Esse consumo reduzido reflete desafios logísticos, culturais e até econômicos.

Conflitos de espaço e recursos
A produção em larga escala, por exemplo, de tilápia e salmão, impulsionada pela demanda do mercado e pela facilidade de cultivo em cativeiro, acaba “ofuscando” as espécies nativas do nosso litoral. Isso reduz a valorização dos pescados locais e dificulta sua presença nos mercados e restaurantes, impactando a pesca artesanal e a economia das comunidades costeiras.
Aspectos culturais
Outro aspecto relevante é a falta de conhecimento e demanda por parte dos consumidores. Muitos paranaenses não estão familiarizados com as espécies locais e, consequentemente, não as procuram nos pontos de venda. Essa baixa demanda desestimula comerciantes a investirem na oferta desses pescados, perpetuando o ciclo de invisibilidade das espécies regionais no mercado.
Logística
Além disso, a logística desempenha um papel crucial nessa questão. A infraestrutura necessária para transportar pescados do litoral até os centros urbanos do interior é complexa e custosa.
A Olha o Peixe! surgiu justamente para mudar esse cenário.
Com um modelo de venda direta e parceria com pescadores locais, levamos do mar à mesa peixes mais sustentáveis, garantindo que o pescado paranaense seja valorizado e acessível a quem quer consumir melhor.
Além disso, temos negociações mais justas com os pescadores, onde definimos conjuntamente os preços de compra dos pescados, valorizando, assim, essa rica atividade tradicional. Para isso acontece, temos vendas avulsas e Clube de Pescados que atende Curitiba e Região
Acesse nosso site AQUI e descubra as delícias do mar que já estão esperando por você!
Saiba mais:
- O que é um Clube de Pescado
- Como assinar o Clube de Assinatura de Pescado da Olha o Peixe
- 7 vantagens do Clube de Pescados
- Conheça os planos e mobilidades
Sobre a Olha o Peixe
A Olha o Peixe nasceu para fortalecer a pesca artesanal e levar pescados sustentáveis aos consumidores, garantindo rastreabilidade, qualidade e apoio às comunidades pesqueiras do Paraná. O projeto conecta quem pesca e quem consome, promovendo um modelo de comércio justo e consciente.
Todos os produtos podem ser encontrados no site:
Compras avulsas: loja.olhaopeixe.com.br/todos
Clube de Pescados: loja.olhaopeixe.com.br/clube
Mais informações:
Instagram: @olhaopeixee
Agosto, o mês do desgosto
Você já ouviu esse dizer acima?
Na pesca artesanal do Paraná é muito comum ouvirmos das pescadoras e pescadores essa referência ao mês de agosto. Isso porque tradicionalmente este é um mês de dificuldades na pesca: são poucos dias de pescaria, e, nesses dias, geralmente poucas capturas de pescado.
E não é uma lenda popular, faz muito sentido! E vamos te explicar porque, com 3 motivos principais:
1 - Influência das Marés
No período de agosto a setembro estamos próximos do equinócio da primavera, e por conta da atração gravitacional nessa relação da posição do Sol com o Planeta Terra, temos marés muito altas.
Com essa intensidade das marés, ocorre o que os pescadores chamam de "força de maré", que atrapalha muito a pescaria com redes, já que elas embolam na tentativa de capturar um cardume, ou se deslocam grandes distâncias quando deixadas no mar de um dia para o outro.
Como se não bastasse essa influência, as marés mais fortes desse período também podem sofrer duas influências: as fases da lua, e a condição meteorológica. Se já sabemos que em agosto e setembro temos tendência a marés fortes, imagina quando somamos essa condição a uma semana de lua cheia ou lua nova? Esse efeito se potencializa.
E como se não bastasse, a meteorologia também vai influenciar…

2 - Ventos fortes e frequentes
Neste mês também é muito comum vermos o tempo instável, com mudanças bruscas de temperatura no Paraná. Além disso, é comum no litoral termos semanas inteiras de ventos fortes, sobretudo vento sul (trazendo frente fria).
Com esses vários dias e ventos (correspondendo geralmente a metade do mês ou até mais), o mar também fica agitado e o risco na navegação e uso de redes no mar se torna muito alto, fazendo com que os pescadores prefiram ficar em casa. Com essa decisão, eles deixam de obter renda na pesca, mas ao mesmo tempo evitam o risco de terem prejuízo com perda de redes, embarcação estragada ou até mesmo risco de vida à tripulação.
3 - Período entressafra
Em agosto, por entrarmos num período de final dos dias mais frios e início dos dias mais quentes, também percebemos essa dinâmica na temperatura das águas. Dessa forma, é comum que espécies de pescados com safra no inverno (com águas mais frias, como tainha, linguado, camarão branco) comecem a deixar de aparecer na costa do Paraná, ao mesmo tempo que as espécies de águas mais quentes (como peixe porco, salteira, bagre, paru) ainda não estão ocorrendo em nosso litoral.
Assim, agosto se torna um mês de muita incerteza e pouca captura de pescados pelas comunidades de pesca artesanal do Paraná. Isso reflete diretamente na renda dos pescadores nesse período: se não tiveram boas capturas de cavala e tainha no frio, dificilmente terão reserva financeira e passarão por um período de grande dificuldade econômica.
Agora que você já conhece porque agosto costuma ser o mês do desgosto na pesca paranaense, topa ser parte da rede que fortalece o trabalho dessas famílias do nosso litoral?
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