4 inovações da Olha o Peixe para a pesca artesanal e a sustentabilidade marinha

Comprar da Olha o Peixe não é só adquirir um pescado que chegará em sua casa, direto do litoral do Paraná. É fazer parte da uma onda de transformação socioambiental que conecta, de forma positiva, inovação e sustentabilidade.

Na FAO (Organização das Ações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), que lidera ações ao redor do mundo para combater a fome e a pobreza, há um lema fundamental para os tempos atuais em nossos mares:

“Pescar melhor, e não mais”.

Isso porque hoje, cerca de 35% do que é pescado no mundo é desperdiçado. E essa falta de aproveitamento de pescados não é só um prejuízo ambiental, como também financeiro. É fonte de receita para a pesca não sendo aproveitada. Mas esse desperdício pode chegar a zero, e a Olha o Peixe tem como um dos grandes focos há 7 anos, estudando bons exemplos pelo mundo e aprendendo com diversos parceiros que atuam na pesca artesanal brasileira.

É importante ressaltar que, muitas vezes, o que é desperdiçado pela pesca artesanal é por ainda não ser de conhecimento dos pescadores os possíveis usos daquele pescado ou parte dele, bem como a enorme maioria das comunidades pesqueiras não possui a infraestrutura necessária para um melhor aproveitamento. Ao mesmo tempo, diversas espécies são deixadas de vender por não ser de conhecimento do cliente as possíveis receitas e preparos, resultando em baixo valor comercial e demanda de mercado.

Em 2020, atuei como consultor do escritório da América Latina e Caribe da já citada FAO, em um projeto que tinha, entre um dos objetivos, mapear e apresentar boas práticas de aproveitamento de pescado ao redor do mundo, e a lista de utilidades das partes de pescado é imensa! Há uso de algas para culinária, couro de peixe para artesanato, vísceras para alimentação de animais em zoológicos, espinhas de peixe para agricultura e até água-viva empanada na gastronomia oriental.

Conhecendo essas diversas possibilidades, ao fundar a Olha o Peixe, quis tentar colocar em prática essa lógica de “pescar melhor”, reduzindo desperdício de pescados, popularizando espécies pouco tradicionais no mercado (mas com incrível qualidade e sabor), e agregando valor aos produtos e profissão de quem vive da pesca artesanal.

O que a Olha o Peixe faz hoje, para mudar esse cenário de desperdício de pescados

1 – Aproveitamento da “misturinha”: há pescarias que ainda, inevitavelmente, acabam capturando espécies chamadas de “fauna acompanhante”, ou seja, que não eram o alvo da pescaria mas acabam sendo pescadas junto com a espécie-alvo. Na pesca de camarão, por exemplo, que possui uma malha de rede menor, algumas espécies de menor tamanho acabam sendo pescadas com os camarões, como as manjubas, sardinhas, clarianas, pescadinhas. Sabendo que acabam sendo descartadas no mar já sem vida, já tivemos 2 frentes de atuação para melhor destino: conectar o pescador de camarão ao pescador de siri (que as usa para isca nas armadilhas de siri), fazendo o transporte desses pescados para aos mesmos, e vendendo esses pequenos peixes à Universidade Federal do Paraná (UFPR), para alimentação de animais em reabilitação tratadas na unidade de Pontal do Sul. Em ambas as situações, com melhor destinação e geração de renda para o que até então era desperdiçado, buscamos não só um melhor aproveitamento como um valor financeiro complementar aos pescadores, para que cada vez mais precisem ir menos horas e dias ao mar para obterem a renda mensal que precisam. Assim, pescadores parceiros como o Michael, o Juca e o Misael, de Ipanema, nos ajudam a fornecer pescado não somente para clientes humanos, como também para pequenos pinguins, gaivotas e outros animais que chegam debilitados em nosso litoral. Já são mais de 500 kg de peixes que seriam jogados fora e acabaram gerando renda, dessa forma, aos pescadores.

Espécies que compõem a misturinha: fauna acompanhante de uma pescaria local.

2 – Popularização de espécies antes descartadas: entendemos que as dezenas de espécies de pescado do litoral do Paraná ainda pouco consumidas, e muitas vezes dispensadas no mar, possuíam baixa demanda não por terem sabor ruim, mas por não serem conhecidas do público em geral, ou seus melhores temperos e receitas não serem tão conhecidos. Por isso, começamos a envolver chefs de cozinha e clientes parceiros para testes com pescados menos populares, como a clariana, o peixe espada, o bacucu, a prejereba e o atunzinho. Este último é o principal exemplo: muitas vezes seus cardumes eram vistos pelos pescadores no mar, mas era escolhido não capturá-lo por a venda não compensar o alto gasto de manutenção na rede (o atunzinho, ou bonito, é um animal forte e faz grandes rasgos nas redes). Outras vezes, eles eram capturados acompanhando cardumes de cavala e eram devolvidos no mar ou doados na praia, por não ter venda a atravessadores. Sendo assim, no começo da atuação da Olha o Peixe, foram realizados testes da espécie na culinária oriental (sashimi, sushi, etc) e a avaliação foi positiva, bem como de sua posta e filé assados na grelha ou forno por nossos consumidores finais. Dessa forma, hoje o atunzinho é um dos campeões de venda da empresa, e frequentemente comprado dos pescadores para a comercialização. Somente em 2025, foram 990,6 kg adquiridos pela Olha o Peixe, gerando mais de R$ 7.300 em renda para os pescadores, de uma espécie que antes não tinha aproveitamento e venda.

Atunzinho comprado pela Olha o Peixe!

3 – Aproveitamento de partes do pescado para a comercialização: em média, para a produção de filés de peixe e limpeza de camarões, temos aproveitamento de 50%. Ou seja, para que se tenha 1 quilo de filé de peixe, são necessários 2 quilos de peixe inteiro. Muitas vezes, esses outros 50% dos peixes e camarões são descartados, por não haver aproveitamento. Esse descarte, não só gera uma perda de renda com esses riquíssimos insumos para a culinária, como frequentemente são responsáveis pelo mau cheiro em bancas e peixarias, além de poluição atmosférica quando queimados, visual quando descartados na beira da praia, contaminação do solo quando enterradas ou aumento dos gastos públicos quando destinados a aterro sanitário. Entendendo esse contexto socioambiental e sabendo que há diversos preparos com partes do pescado, por chefs de cozinha e comunidades pesqueiras, que eram jogadas fora por não ter grande venda ao consumidor final, passamos a construir uma operação de aproveitamento com as pescadoras que limpavam nossos pescados. Dessa forma, hoje vendemos cascas e cabeças de camarão (para preparo de caldo, pirão, farofa e manteiga de camarão, por ex) e cabeças e aparas de peixes (para caldos e pirões). Assim, quanto mais novos produtos conseguimos criar a partir de um melhor aproveitamento, menos desperdício e resíduos na pesca, mais produtos novos para o consumidor e melhor renda para as comunidades pesqueiras parceiras da Olha o Peixe.

Pacote com cascas e cabeças de camarão comercializados pela Olha o Peixe, e farofa de casca de camarão produzida a partir deles

4 – Projeto Pesca Artesanal Lixo Zero (saiba mais aqui): visando oportunizar uma estrutura para a pesca artesanal ter melhor aproveitamento do pescado e gerar novos produtos, se tornando mais sustentável, a Olha o Peixe recebeu apoio da Fundação Grupo Boticário para iniciar, em 2025, o projeto Pesca Artesanal Lixo Zero, o qual viabiliza uma estrutura com cozinha, biodigestor, máquina despolpadeira e estrutura para que seja aproveitado 100% do pescado (couro para artesanato, espécies menores e partes do pescado para culinária, espécies com muito espinho e espinhas de peixe para criação da carne desfiada de peixe, vísceras e outras partes transformadas em adubo e biogás que alimenta a cozinha). Atualmente, estamos em fase de preparação do terreno em Pontal do Sul, na cidade de Pontal do Paraná, e emissão de alvará para implantação desse projeto inovador, já desenhado pelos parceiros da MBP Peixe Limpo. Em 2026, com a estrutura pronta, não só queremos contribuir com a sustentabilidade das comunidades que fornecem pra Olha o Peixe, mas também receberemos lideranças da pesca de todo o Brasil interessadas em replicar o modelo e lógica de trabalho, com visitas guiadas em nosso novo espaço, além de vídeos e manuais escritos que apresentam o modelo, para que possa ser replicado em todo o país.

Projeto construído em parceria com a arquiteta Isis Tubino Latorre e o engenheiro de pesca Nicanor Sanchez, da iniciativa MBP Peixe Limpo

Com esse pilar de atuação desde 2018, a Olha o Peixe se consolida como um modelo inovador viável para a pesca artesanal brasileira, e já compartilha esse conhecimento e experiências por meio de consultorias e capacitações em 6 estados do Brasil, para mais de 40 cidades com atuação na pesca artesanal.

Além disso, na lógica de pescar melhor, e não mais, gera mais renda com o que já se pesca hoje, ao invés de estimular mais pescaria para aumentar os ganhos dos pescadores. Isso se faz com agregação de valor ao pescado, popularização de espécies locais e criação de práticas diferenciadas com os produtos, reduzindo desperdício. Se um pescador ganhar mais dinheiro pescando menos, é menor impacto ambiental e mais benefícios a ele: redução do esforço físico, mais tempo em casa com a família, mais tempo para se dedicar em reuniões que o representam, menos risco de vida em dias de mar agitado.

Quando você opta por um pescado da Olha o Peixe, você escolhe um produto que tem um rastro de menor impacto ambiental. Que pode chegar a zero, inclusive com seu apoio.

Compre da Olha o Peixe, clicando aqui, e seja parte dessa mudança!

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Restaurantes parceiros Olha o Peixe em Curitiba e Morretes

Os restaurantes parceiros Olha o Peixe vêm conquistando espaço em Curitiba e Morretes ao valorizar ingredientes regionais e pescados artesanais com rastreabilidade e sabor. Neste artigo, você vai conhecer quatro desses locais que transformam propósito em pratos cheios de identidade e qualidade.

Essa parceria garante que peixes da pesca artesanal cheguem a diferentes tipos de cozinha, do prato feito ao menu autoral,  com rastreabilidade, menos intermediários e sabor preservado.

4 restaurantes parceiros Olha o Peixe

1. Marco Zero (Curitiba)

O bistrô Marco Zero é mais do que um restaurante: é um ponto de encontro entre arte, vida urbana e gastronomia. Com eventos, feirinhas e oficinas, ele prioriza ingredientes locais e sazonais, sendo a comida caiçara a estrela das quintas-feiras. Segundo o chef Rodrigo Maurer, "o pescado que mais se adaptou foi a cavala… se for falar de gosto pessoal do chef, seria o atunzinho, saboroso e com textura firme" conta Rodrigo Maurer, chef do Marco Zero.

Por outro lado, a escolha pelos produtos da Olha o Peixe veio pela confiança na procedência e no contato direto com a equipe. “Produtos de extrema qualidade, as curiosidades que tem na etiqueta do produto, a conexão com a equipe da Olha o Peixe, produtos locais.”

“Conheço a Olha o Peixe desde 2021, sempre achei sensacional a ideia do projeto de trabalhar com produtores locais e aqui no Marco Zero um dos nossos principais dilemas é conectar os produtores locais com os criativos urbanos! E vejo que a Olha o Peixe e o Marco Zero tem um propósito em conjunto que é acreditar no coletivo! Tornando um parceiro muito importante!”, complementa o chef do Marco Zero.

2. Ekôa Park

A gastronomia do Ekôa Park, em Morretes (PR), é mais do que sabor: é uma experiência que conecta quem está no prato com as origens do alimento, os territórios e as pessoas que tornam isso possível. E é por isso que a Cavala, um pescado de sabor marcante, se tornou a estrela do cardápio atual do restaurante, em uma criação assinada pelo Chef Rodrigo.

Segundo o chef, a cavala casa perfeitamente com os demais elementos do prato: “Atualmente a Cavala é a grande estrela do nosso cardápio! Muito pelo sabor marcante que ela tem e que casa muito bem com os demais itens do nosso prato, elementos que mostram as raizes caiçaras mas com um toque refinado!”.

A escolha de trabalhar com a Olha o Peixe veio naturalmente, conforme ele conta. “Pela iniciativa que vocês tiveram de priorizar as pequenas comunidades caiçaras e conectar cada pescador e sua família, essa inclusão aliada com a ótima qualidade dos produtos e do serviços prestados”.

De acordo com o chef Rodrigo, a escolha por ser um dos restaurantes parceiros Olha o Peixe está diretamente ligada ao propósito. “A ideia sempre foi prezar pela sustentabilidade na nossa gastronomia e aliar isso as nossas raizes, as tradições e riquezas do nosso litoral! Essa conexão com a mãe Terra e o mar fizeram sentido desde o primeiro momento que ficamos sabendo sobre o projeto da Olha o Peixe!”.

No Ekôa Park, a experiência de visita passa pela imersão em natureza, cultura e agora também pelos sabores que carregam o mar paranaense. Um exemplo claro de como a cadeia do pescado artesanal pode ser sustentável, valorizada e cheia de sabor.

Leia também: Peixe paranaense a escolha preferida dos curitibanos

3. Empório do Largo (Morretes)

Beirando o Rio Nhundiaquara, o Empório do Largo é um restaurante que une gastronomia e cultura no coração de Morretes. E entre os peixes favoritos está um velho conhecido da nossa costa: o filé de cavala.

“Temos dois pratos no cardápio que ficam incríveis com a cavala.” conta Maicon Magalhães. A escolha pelos produtos da Olha o Peixe veio pela confiança na procedência e qualidade. “Escolhemos trabalhar com a Olha o Peixe pela qualidade dos produtos. Os dois lados prezam por isso.”, conta Maicon Magalhães, da Equipe da Empório

4. Roast Beef & Cia (Curitiba)

Em um restaurantes por quilo localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, o sabor também importa. Mas o cuidado vai além.

“Compramos o camarão 7 barbas da Olha o Peixe. É mais saboroso, e o fato de ser natural e sem conservantes é o que mais me atrai”, compartilha Katia, a proprietária do espaço.


Você também quer seu estabelecimento sendo parceiro da pesca artesanal e recebendo os pescados da Olha o Peixe regularmente?

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marmita com peixe

Peixe para marmitas: escolha prática e nutritiva

O peixe para marmitas é uma opção inteligente para quem busca refeições nutritivas, leves e práticas durante a semana. Ele oferece alta qualidade nutricional, preparo ágil, leveza para o seu dia a dia e valor agregado ao ser entregue diretamente da pesca artesanal.

Leia também: 5 peixes mais saudáveis para substituir a carne vermelha

1. Alto valor nutricional

Peixes como atunzinho, tainha, bagre, cavala, robalo, betara, paru, linguado, pescadinha, cavala e peixe-porco etc, são ricos em proteínas de qualidade e, em muitos casos, contêm menos gordura que carnes vermelhas. Alguns ainda trazem o famoso ômega 3, aliado da saúde do coração e do cérebro.

Imagem: Original – Olha o Peixe! (2025)
Dados: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos – TACO

2. Preparo rápido

Na Olha o Peixe, os filés de peixe congelados, sem espinhas e sem adição de água, são fáceis de preparar. Basta grelhar ou assar em poucos minutos. Perfeito pra quem monta marmitas no domingo à noite.

3. Mais leveza, mais foco

Muita gente relata que se sente mais leve e produtiva ao incluir peixe nas refeições do dia. Marmitas com peixe equilibram energia e saciedade, sem pesar no estômago.

4. Custo-benefício real

Peixes como sardinha, peixe-porco, betara, atunzinho e salteira são acessíveis e têm um ótimo aproveitamento: pouca gordura, nada de ossos ou peles. Eles podem ser entregues em sua casa com frete grátis e menos de 65 reais no quilo.

Em comparação com outras carnes, que estão na faixa de 30 a 50 reais (sem custo de entrega), e que muitas vezes vêm acompanhadas de pele, gordura, osso, que reduzem o aproveitamento do quilo, você pode ter um produto nutritivo, saudável, que gera benefícios sociambientais e que te traz a comodidade de receber em casa!

E tem mais: peixe artesanal com entrega em casa

A Olha o Peixe entrega pescados do litoral do Paraná direto na sua casa. Todos da pesca artesanal, sem conservantes, com preparo facilitado e com frete grátis para Curitiba e região para quem participa do Clube de Pescado. Mas você também pode realizar compras avulsas. São diversos planos com mais de 30 espécies disponíveis ao longo do ano.

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Sobre a Olha o Peixe!

A Olha o Peixe é um empreendimento social que nasceu para fortalecer a pesca artesanal e levar pescados sustentáveis aos consumidores, garantindo rastreabilidade, qualidade e apoio às comunidades pesqueiras do Paraná. O projeto conecta quem pesca e quem consome, promovendo um modelo de comércio justo e consciente.

Todos os produtos podem ser encontrados no site:
Compras avulsas: loja.olhaopeixe.com.br/todos
Clube de Pescados: loja.olhaopeixe.com.br/clube

Mais informações:
Instagram: @olhaopeixee


Peixe pra quem não gosta de peixe: conheça os pescados mais suaves para começar

Você já ouviu alguém dizer “não gosto de peixe” — ou talvez até seja essa pessoa? A boa notícia é: nem todo peixe tem aquele gosto forte e marcante que muita gente quer evitar. Na verdade, há vários tipos de pescados de sabor leve e carne branca, perfeitos para quem quer começar a incluir mais peixe na alimentação, mas ainda não se acostumou com o sabor.

Se é o seu caso, esse conteúdo é pra você. Vamos te apresentar pescados ideais para quem “não gosta de peixe” , e te mostrar que, talvez, você só não tenha provado o peixe certo ainda.

Por que algumas pessoas não gostam de peixe?

O gosto forte, o cheiro marcante ou a textura são os motivos mais comuns. Mas muitos desses pontos vêm de:

  • Falta de variedade no preparo
  • Escolha de espécies com sabor mais intenso (como sardinha, atum ou tainha)
  • Peixes de baixa qualidade ou com armazenamento incorreto

Por isso, escolher bem o tipo de pescado e garantir sua procedência faz toda a diferença.

Peixes suaves: por onde começar

Se você está em transição para uma alimentação mais equilibrada e quer incluir pescados, comece pelos peixes suaves de carne branca e textura macia, que têm um sabor leve e mais neutro. Veja os principais:

Imagem: Original – Olha o Peixe! (2025)

Filé de Pescada Branca: Um dos mais conhecidos e aceitos. Tem sabor muito suave e combina com molhos leves, grelhados ou assados.

Pescadinha: leve, fácil de preparar e perfeita para quem quer algo simples e nutritivo.

Betara: Também chamada de papa-terra, é uma delícia na grelha ou na frigideira. Tem carne firme e delicada.

Peixe Porco: Seu nome pode enganar, mas o sabor é bem leve e a textura, excelente para receitas assadas.

Peixe Espada: Ideal para quem gosta de grelhados. Tem carne branca e sabor quase adocicado.

Linguado: Muito usado em restaurantes finos, é macio e suave. Ótimo para preparos mais elegantes.

Robalo: Versátil e com um sabor neutro. Vai bem com qualquer tempero.

Prejereba: Uma boa opção para receitas ao forno ou grelhadas. Sabor equilibrado e textura gostosa.

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Sobre a Olha o Peixe!

Olha o Peixe nasceu para fortalecer a pesca artesanal e levar pescados sustentáveis aos consumidores, garantindo rastreabilidade, qualidade e apoio às comunidades pesqueiras do Paraná. O projeto conecta quem pesca e quem consome, promovendo um modelo de comércio justo e consciente.

Todos os produtos podem ser encontrados no site:
Compras avulsas: loja.olhaopeixe.com.br/todos
Clube de Pescados: loja.olhaopeixe.com.br/clube

Mais informações:
Instagram: @olhaopeixee


peixe Curitiba

5 peixes mais saudáveis para substituir a carne vermelha

Cada vez mais pessoas estão buscando uma alimentação equilibrada, com menos gordura saturada e mais nutrientes. Nesse cenário, os peixes e frutos do mar se destacam como uma opção leve, saborosa e incrivelmente nutritiva. Mas você sabe quais são os peixes mais saudáveis para substituir a carne vermelha?

A seguir, apresentamos 5 peixes oferecidos pela Olha o Peixe que têm alto teor de proteínas, baixo nível de gordura e são excelentes para quem quer variar o cardápio sem abrir mão da saúde.

1. Atunzinho

Fonte: Imagem feita por Olha o Peixe, 2025

Com um altíssimo teor de proteína e pouca gordura, o atunzinho é perfeito para quem busca ganho de massa muscular ou uma alimentação mais rica em nutrientes. Versátil, ele pode ser servido grelhado, em bolinhos ou desfiado com legumes.

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2. Cavala

Fonte: Imagem feita por Olha o Peixe, 2025

A cavala é campeã de vendas da Olha o Peixe! por um motivo: tem sabor moderado, carne firme e uma combinação imbatível de proteínas e baixa gordura. Vai bem assada, na frigideira ou em moquecas com vegetais.

3. Sardinha

Fonte: Imagem feita por Olha o Peixe, 2025

Rica em ômega-3 e com excelente valor nutricional, a sardinha é uma opção acessível e cheia de sabor. Pode ser feita na brasa, em escabeche ou ao forno com temperos naturais.

4. Paru

Fonte: Imagem feita por Olha o Peixe, 2025

Peixe do nosso litoral paranaense com carne macia e suave, o paru é ideal para quem gosta de preparos simples e rápidos. Além disso, tem pouquíssima gordura e é fácil de digerir.

5. Robalo

Fonte: Imagem feita por Olha o Peixe, 2025

O robalo tem sabor delicado, textura nobre e é uma excelente alternativa à carne vermelha. É muito usado na culinária mediterrânea e combina com legumes, purê de batata-doce ou arroz de coco.

Conclusão

Se você está procurando reduzir o consumo de carne vermelha sem perder em sabor e nutrientes, os peixes da pesca artesanal são uma escolha inteligente. Além de mais saudáveis, eles promovem uma relação mais justa com o meio ambiente e valorizam a economia local.

Explore o cardápio da Olha o Peixe e descubra novas formas de se alimentar com mais saúde e sabor!

Atendemos Curitiba e Região!

Sobre a Olha o Peixe!

A Olha o Peixe é um empreendimento social que nasceu para fortalecer a pesca artesanal e levar pescados sustentáveis aos consumidores, garantindo rastreabilidade, qualidade e apoio às comunidades pesqueiras do Paraná. O projeto conecta quem pesca e quem consome, promovendo um modelo de comércio justo e consciente.

Todos os produtos podem ser encontrados no site:
Compras avulsas: loja.olhaopeixe.com.br/todos
Clube de Pescados: loja.olhaopeixe.com.br/clube

Mais informações:
Instagram: @olhaopeixee


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