Porque não consumir espécies ameaçadas de extinção?

Estar ameaçada de extinção significa que uma espécie está
prestes a deixar de existir. Isso pode até não parecer tão grave
quando se corre o risco do desaparecimento de 1 espécie em
meio a tantas outras, mas a verdade é que os danos causados
ao ambiente podem ser muito maiores do que se imagina, tanto
por consequências ecológicas quanto pela ausência da espécie
como alimento para a sociedade ou fonte de renda para
comunidades pesqueiras.

As espécies que se encontram nessa situação de vulnerabilidade
são tantas que há uma lista com todos os animais que correm risco
de extinção no planeta, e lá se encontram algumas espécies de
cação, como a mangona (Carcharias taurus), de raias, como a
raia chita (Atlantoraja castelnaui), o Mero (Epinephelus itajara),
o pargo (Pagrus sp.), os chernes e garoupas (Epinephelus sp.),
a miraguaia (Pogonias cromis) e várias outras.

Essas listas completas você pode acessar por meio dos sites do Instituto
Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em
nível nacional, ou da União Internacional para a Conservação
da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), em nível mundial.

Outras medidas também podem ser adotadas para reduzir
o impacto ambiental do nosso consumo de pescado, como o
respeito aos períodos de defeso e aos tamanhos de captura
das espécies. Respeitando essas medidas, reduzimos as
possibilidades de extinção das mesmas.

Para conferir a lsita completa ds animais risco de extinção

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